Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

L'anée dernière à Amadora


Sendo este o último ano na escola de Cinema (as últimas semanas, aliás), convir-me-á, dentro de todo o sentido metafórico que desde o primeiro dia parece ser a regra para tudo o que lá se faz (e quão enganadora é a palavra 'tudo'), excluindo aqueles que obviamente saberão quem são (e isso diz tudo acerca dos que não o saberão...), gritar a plenos pulmões, do alto daquela amarela torre que faria as delícias na última trienal de Arquitectura de Lisboa (cuja temática focalizava os problemas e virtudes de um fenómeno urbano típico da era em que vivemos: o vazio urbano, ou seja, construções devolutas ou verdadeiras ilhas de espaço deserto, em pleno centro urbano - por exemplo, o espaço da antiga Feira Popular, em Lisboa, ou, numa escala mundial mais 'aceitável', toda uma abandonada linha de metro à superfície no coração de Manhattan, hoje quilómetros de refúgio para junkies e outros outcasts, bem como comércio clandestino, concertos improvisados por bandas trendy, assassinatos, etc), com toda a força que ainda me resta depois de martírios vários, e também, sejamos justos, de gratificantes mesmo que desgastantes empresas, e com todo o carisma emprestado às aulas de Direcção de Actores: ***-** *****, *******!!!...

4 comentários:

Álvaro Martins disse...

Mais nada!!! :)

gonçalo jordão disse...

É isto... Também és lá da escola, camarada?

G.J.

Álvaro Martins disse...

Não... mas gostei da "dedicatória".

ana só disse...

I know this feeling... está quase, está quase!!!